Este blog foi criado para uma ball-jointed doll (BJD ou ABJD) : Elodie deShall. Para postar fotos dela e escrever sobre assuntos referentes a BJDs.

Sobre Ball-Jointed Dolls.

Ball-Jointed Dolls são, a grosso modo, bonecas articuladas. São vistas como arte e/ou outlets para a criatividade de seus donos, ao invés de simples brinquedos. O termo se popularizou, e hoje se refere principalmente às bonecas asiáticas vindas principalmente na Coréia do Sul, Japão e China, e feitas de resina de poliuretano – uma espécie de plástico mais resistente que porcelana e menos resistente que o plástico de bonecas feitas em grande escala, cuja sensação ao toquecontribui com a estética das bonecas. A primeira marca a fabricá-las foi a japonesa Volks, mas hoje, há dezenas de outras.

Os principais tamanhos são popularmente chamados de SD (Super Dolfie), em torno de 60 cm de altura, feições adultas ou de fim da adolescência; e MSD (Mini Super Dolfie), em torno de 45 cm de altura, que seriam bonecas que parecem estar no começo da adolescência ou ter em torno de 15 anos.
Apesar de serem os tamanhos mais conhecidos, há muitos outros. Os nomes para os tamanhos também variam de empresa para empresa.

É possível customizar as BJDs quase que completamente. Pode-se mudar sua pose, maquiagem, olhos, cabelos, roupas, e mesmo modificar seu molde, com as ferramentas adequadas.
O preço, geralmente elevado, também varia. Há marcas como Bobobie e Resinsoul, que vendem BJDs pelo preço de 150 dólares, mas o preçonormalmente  fica em torno de 450 dólares para os SDs. Há empresas mais caras e mais baratas, e dolls limitadas são mais caras que as chamadas “básicas”.

Mais: Wiki
FAQ sobre SDs (em inglês)

Elodie.

Comprada em 23 de Setembro de 2009, recebida em 5 de Outubro de 2009.
É uma JID (43 cm) da empresa coreana Iplehouse, modelo basic  Tania. Resina normal, busto grande. Maquiagem por Dandan-sama.

Elodie vive sozinha em um pequeno mundo idílico que pode ou não ser real desde que consegue se lembrar.
Ela é avoada, sonhadora, inocente, covarde… E preguiçosa. Tem grandes dificuldades para confiar em certos animais. Vive sozinha com seu rato branco, Ebenezer, há muitos anos; sua casa é pequena, mas ela não poderia amá-la mais. A casa fica em frente a um grande lago, em uma vila sem nome abandonada há tempos não se sabe por quem. No porão, há uma infinidade de livros antigos; parte deles está ali desde que Elodie podia se lembrar, enquanto os outros foram pegos pela Cidade ou doados pelo velho urso.
Tudo o que ela faz é esperar que alguma coisa diferente aconteça; mas ao mesmo tempo, deseja que sua vida pacata não mude jamais. Elodie não gosta de filosofar: não se pergunta por que as coisas são como são, ou qual o significado de sua vida e do universo.

Todas as noites, é perturbada por sonhos assustadoramente reais; neles, pode passear por lugares que nunca visitou antes e se relacionar com outras pessoas, ainda que de modo indireto. Por isso, ela sente como se já tivesse vivido muitas vidas, uma diferente a cada noite, em vários mundos que, para ela, são sempre desconhecidos e estranhos.
É uma pena que esses sonhos sempre terminem em morte.